Núcleo de Educação e Atenção em Saúde

Núcleo de Educação e Atenção em Saúde

Projetos

O PEPAD é um programa que corresponde, na atualidade, a 10 projetos de intervenção vinculados a atividades de pesquisa desenvolvidas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde/Doença e Direitos Sociais (GEPSADDS)/UEPB/CNPQ.  Este conjunto integra o Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) institucionalizado pela Resolução UEPB/CONSUNI 016/2013.

Projeto I: Informação em saúde através do site: www.circularsaude.uepb.edu.br


As diversas ações de saúde devem envolver meios e instrumentos atuais para que sua intervenção obtenha os resultados esperados, gerando efetividade, eficiência e eficácia das ações. A internet é um recurso excepcional no que se refere à obtenção de informações de qualquer tipo, e pode ser um grande instrumento educacional. (GARBIN; NETO; GUILAN, 2012). Este projeto tem como objetivo oferecer atualizações de informações em saúde qualificadas, divulgando as ações e intervenções realizadas pelo Núcleo de Educação e Atenção em Saúde (NEAS) e seus projetos de extensão.. Objetiva-se disponibilizar informação qualificada aos internautas sobre saúde, disponibilizando informações qualificadas e participações em eventos sobre saúde, buscando promover o autocuidado. A metodologia utilizada para a manutenção do site se baseia na atualização semanal do portal WWW.circularsaude.uepb.edu.br, onde disponibilizamos informações da área da saúde requeridas pelas comunidades que atuamos. As notícias locais para a comunidade acadêmica também são uma ferramenta adotada para conquistar o público universitário. A atualização é construída observando-se as necessidades de informação sobre saúde, utilizando a abordagem de temáticas atuais e principalmente com o enfoque para as drogas psicoativas. Vê-se como resultado a ser alcançado, a disseminação de informações relevantes e de qualidade na área da saúde, agindo de forma a gerar indivíduos conscientes de sua situação de saúde e sobre as demais temáticas da atualidade.

Projeto  II: Promoção de ambientes 100% livres de fatores que conduzem a dependência química


A dependência química se apresenta como grande problema de saúde publica. A implantação de ambientes seja escolar ou de trabalho livres de fatores que conduzam a dependência química, que implica em planejamento e coordenação, proporciona a proteção à saúde do pessoal envolvido nas atividades do recinto, visando à redução dos perigos comprovados da dependência química. Objetivo: Proporcionar ações que tornem os ambientes 100% livres de fatores que conduzem a dependência química. Metodologia: Trata-se de ação educativa a ser realizada na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Sólon de Lucena, no período diurno, com  estudantes devidamente matriculados de ambos os sexos e todas as idades. A princípio, pretende-se conhecer o perfil dos estudantes através do questionário padrão do Programa “Educação e Prevenção ao Uso de Drogas Psicoativas da UEPB” composto por 30 questões de múltipla escolha. Posteriormente serão desenvolvidas rodas de discussão, palestras e dinâmicas abordando todos os riscos associado ao consumo de drogas psicoativas. Espera-se que os escolares apõem a ideia da proibição de fatores que possam contribuir para o inicio, como também, o aumento dos fatores que possam conduzir a dependência química.

Projeto III: Práticas corporais e melhora da qualidade de vida de dependentes químicos infanto-juvenis da cidade de Campina Grande-PB


Com a utilização de substâncias psicoativas, o corpo tende a apresentar déficits de funções como equilíbrio, coordenação motora, cognição, entre outros, que podem repercutir na diminuição da qualidade de vida de drogadictos. Com isso, foi observada a possibilidade de implantação de oficinas com caráter preventivo e de promoção da saúde, visando realizar palestras, atividades lúdicas, exercícios terapêuticos sequenciados e orientações posturais com intuito de promover a melhoria da qualidade de vida dos usuários. São realizadas oficinas, atividades de educação em saúde e de prevenção realizadas com dependentes químicos assistidos pelo Centro de Apoio Psicossocial – Álcool e outras Drogas (CAPS AD) do município de Campina Grande – PB. A atividade é desenvolvida através de encontros semanais, durante as sextas-feiras na instituição, com 3 horas de duração, com a presença de uma média de quinze usuários. As oficinas são estruturadas a partir de temas previamente definidos. São realizadas ações educativas em saúde e terapêuticas em uma roda de conversa, onde os drogadictos participam ativamente. Durante a parte discursiva são repassados assuntos como orientações posturais, ansiedade, qualidade de vida, a importância da atividade física. Logo após a explanação é realizada a intervenção prática: são feitos exercícios de alongamento, fortalecimento, coordenação motora, equilíbrio, cognição e relaxamento muscular. Não é novidade que o usuário de drogas em tratamento apresenta um quadro de saúde mais delicado; a ansiedade, a depressão, a descoordenação motora são frequentemente encontradas nessa população, sobretudo, durante o processo de abstinência. A educação e atividades corporais são ferramentas importantes na promoção de uma melhor qualidade de vida aos drogadictos em reabilitação. No entanto, há uma carência de políticas públicas consistentes e eficazes que abordem sobre o assunto. Foi observada durante a intervenção universitária que nas atuais políticas para dependentes químicos na cidade, há uma grande atenção em retirar a descrita população das ruas, mas pouco é desenvolvido para a fase de tratamento, que não inexiste, há uma equipe multiprofissional na instituição, mas o objetivo principal é manter o indivíduo durante certo tempo (dentro do CAPSAD) sem consumir drogas, mesmo que haja ociosidade e sedentarismo, o que pode agravar a qualidade de vida dos assistidos, além de não haver um acompanhamento frequente em relação aos familiares, há raras reuniões familiares. Frente as dificuldades e carências encontradas no decorrer das intervenções, a extensão universitária é um dispositivo acadêmica que possibilita ao acadêmico adquirir novas experiências indo além do tradicional processo ensino-aprendizagem.

Projeto IV: Prevenção ao uso de drogas em instituições públicas


O abuso e a dependência de drogas (lícitas e ilícitas) representam grandes prejuízos sociais e causam graves distúrbios físicos em seus usuários. Considera-se gastos com tratamento médico, perda de produtividade dos trabalhadores consumidores e as perdas sociais com mortes prematuras, os custos relativos ao uso e abuso de drogas já no início da década de 90, nos Estados Unidos, superavam 100 bilhões de dólares (SENAD, 1998). Objetiva-se promover a prevenção ao uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas. O presente projeto compreende uma ação educativa em saúde, proporcionada a estudantes da Escola Sólon de Lucena e Campus I da UEPB, de ambos os sexos e todas as idades, através de explanações sobre drogas que promovem dependência química, seguidas por diálogos sobre as patologias provocadas pelo uso do tabaco, álcool e drogas ilícitas. Espera-se contribuir para prevenção de doenças e transtornos psicossociais, bem como a melhoria na qualidade de vida da sociedade.

Projeto V: Intervenção dirigida a trabalhadores da Universidade Estadual da Paraíba em Campina Grande-PB


O Brasil enfrenta um processo de envelhecimento populacional que deve ser criteriosamente trabalhado, onde um dos fatores pelo qual se tem um aumento de sobrevida da população é o declínio das taxas de mortalidade e fecundidade. Isto vem acontecendo devido à melhora na qualidade de vida e grandes avanços tecnológicos. A promoção de saúde e prevenção de doenças através da comunicação dirigida a trabalhadores é de suma importância para uma melhoria na qualidade e tratamento de doenças já instaladas.O conceito qualidade de vida tem suscitado pesquisas e cresce a sua utilização nas práticas desenvolvidas nos serviços de saúde, por equipes de profissionais que atuam junto a usuários acometidos por enfermidades diversas. Na área da saúde, o interesse pelo conceito de qualidade de vida (QV) é relativamente recente e decorre, em parte, dos novos paradigmas que têm influenciado as políticas e as práticas do setor nas últimas décadas. Os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença são multifatoriais e complexos. Consoante essa mudança de paradigma, objetiva-se a melhoria da QV, através de práticas assistenciais quanto das políticas públicas para o servidor nos campos da promoção da saúde e da prevenção de doenças. Inicialmente aplicou-se um questionário sobre qualidade de vida entre os técnicos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) no intuito de conhecer o perfil dos funcionários em relação ao tema e posteriormente poder intervir através de palestras e oficinas relacionadas à qualidade de vida, essas ações serão úteis para responder as dúvidas dos mesmos, envolvendo-os de forma a facilitar a multiplicação dos saberes e fazeres quanto à promoção de saúde e a prevenção de doenças. Serão utilizadas atividades lúdicas vislumbrando o enfoque cultural que prevalece no imaginário da população e que possam alimentar conceitos errôneos em relação às doenças. Em seguida serão abertas discussões e marcadas novas palestras.

Projeto VI: Plantas medicinais e suas utilidades nos sistemas orgânicos: uma abordagem universitária.


A utilização de plantas medicinais é um costume comum às diversas populações. O idoso possui um papel importante na transmissão dos conhecimentos e práticas dos benefícios das plantas e do seu preparo (ALVIN et al, 2006). Objetiva-se orientar a população idosa que lida com plantas medicinais através de uma abordagem sobre doenças e a utilização de plantas medicinais. Trata-se de intervenção educativa realizada com 14 idosas (idade igual ou superior a 60 anos), integrantes do grupo de idosos Maria Amorim do bairro Jardim Quarenta, no município de Campina Grande, Paraíba. As reuniões são realizadas, semanalmente, nas sextas-feiras no Clube de Mães Maria Amorim. Inicialmente foi feito um levantamento dos conhecimentos que as idosas possuíam quanto às plantas medicinais, sobre o por que da escolha desta planta, a parte da planta que utiliza, as formas de utilização, a doença relacionada a cada planta medicinal e onde estas são adquiridas. Posteriormente as idosas obtiveram uma explanação sobre as plantas medicinais e sua relação com as doenças que afetam os sistemas orgânicos, bem como a necessidade da utilização correta das plantas medicinais. Foi sugerido a criação de uma horta comunitária, com intuito principal de gerar autoafirmação do indivíduo idoso na sociedade e ajudar a comunidade nos cuidados a saúde Espera-se acrescentar conhecimento quanto à utilização correta das plantas medicinais e absorver experiências quanto ao uso de tais produtos.

Projeto VII: Direito a saúde: uma questão de cidadania


O direito a saúde é um direito constitucionalmente assegurado a todos. Objetiva-se apresentar propostas de exercício da cidadania para efetuação do direito à saúde. Fundamental para o fornecimento de um determinado tratamento médico, um exame laboratorial, uma internação hospitalar, uma cirurgia ou mesmo o fornecimento de um medicamento ou qualquer outro meio para proteger a saúde.         Trata-se de atividade de extensão a ser realizada nas dependências do Campus I da UEPB e Sociedades de Amigos de Bairros (SABs), na Cidade de Campina Grande, Paraíba, durante o período de agosto de 2012 a julho de 2013. Para a sensibilização, formação e mobilização das comunidades assistidas serão aplicadas estratégias como: contato com a comunidade; apresentação do projeto; agendamento de encontros; rodas de discussão através de relatos de experiências, filmes e documentários. Espera-se que a presente intervenção repercuta na vida do cidadão.

Projeto VIII: Intervenção dirigida a dependentes químicos da cidade de Campina Grande-PB


Com a utilização de substâncias psicoativas, o corpo tende a apresentar déficits de funções como equilíbrio, coordenação motora, cognição, entre outros, que podem repercutir na diminuição da qualidade de vida de drogadictos. Com isso, foi observada a possibilidade de implantação de oficinas com caráter preventivo e de promoção da saúde, visando realizar palestras, atividades lúdicas, exercícios terapêuticos sequenciados e orientações posturais com intuito de promover a melhoria da qualidade de vida dos usuários. São realizadas oficinas, atividades de educação em saúde e de prevenção realizadas com dependentes químicos assistidos pelo Centro de Apoio Psicossocial – Álcool e outras Drogas (CAPS AD) do município de Campina Grande – PB. A atividade é desenvolvida através de encontros semanais, durante as sextas-feiras na instituição, com 3 horas de duração, com a presença de uma média de quinze usuários. As oficinas são estruturadas a partir de temas previamente definidos. São realizadas ações educativas em saúde e terapêuticas em uma roda de conversa, onde os drogadictos participam ativamente. Durante a parte discursiva são repassados assuntos como orientações posturais, ansiedade, qualidade de vida, a importância da atividade física. Logo após a explanação é realizada a intervenção prática: são feitos exercícios de alongamento, fortalecimento, coordenação motora, equilíbrio, cognição e relaxamento muscular. Não é novidade que o usuário de drogas em tratamento apresenta um quadro de saúde mais delicado; a ansiedade, a depressão, a descoordenação motora são frequentemente encontradas nessa população, sobretudo, durante o processo de abstinência. A educação e atividades corporais são ferramentas importantes na promoção de uma melhor qualidade de vida aos drogadictos em reabilitação. No entanto, há uma carência de políticas públicas consistentes e eficazes que abordem sobre o assunto. Foi observada durante a intervenção universitária que nas atuais políticas para dependentes químicos na cidade, há uma grande atenção em retirar a descrita população das ruas, mas pouco é desenvolvido para a fase de tratamento, que não inexiste, há uma equipe multiprofissional na instituição, mas o objetivo principal é manter o indivíduo durante certo tempo (dentro do CAPSAD) sem consumir drogas, mesmo que haja ociosidade e sedentarismo, o que pode agravar a qualidade de vida dos assistidos, além de não haver um acompanhamento frequente em relação aos familiares, há raras reuniões familiares. Frente as dificuldades e carências encontradas no decorrer das intervenções, a extensão universitária é um dispositivo acadêmica que possibilita ao acadêmico adquirir novas experiências indo além do tradicional processo ensino-aprendizagem.

Projeto IX: Educação em saúde: Doenças Crônicas Não Transmissíveis


A ausência de informação é um dos fatores de risco ao descontrole de doenças. Segundo a Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde A atenção no tocante a informação qualificada sobre doenças, em especial, doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, obesidade e alcoolismo, evitariam problemas futuros se informações triviais fossem adquiridas precocemente. Para este efeito são realizadas intervenções  semanalmente (terça-feira, quarta-feira e quinta-feira) na Central Integrada de Aulas, no campus I da UEPB.  Nestas intervenções alunos e servidores são assistidos, onde são realizadas atividades como aferição de pressão, verificação de medidas antropométricas e informação sobre IMC.  Espera-se sensibilizar os assistidos quanto às doenças crônicas, no intuito de minimizar os danos futuros.

Projeto X: Recuperação de tabagistas na cidade de Campina Grande-PB.


Promover a redução do consumo de cigarros torna-se imprescindível. Os malefícios causados por este mal é muito relevante sendo indispensável o alcance das pessoas que já fazem uso de tabaco e almejam a abstenção, aos grupos de tratamento de tabagismo. Objetiva-se realizar o tratamento de tabagistas da cidade de Campina Grande/PB visando a redução de danos provocados pelo consumo de tabaco, gerando assim qualidade de vida para a comunidade. Serão realizados encontros semanais com os tabagistas e com a equipe de execução do presente projeto com o intuito de se formar Grupo de Tratamento de Tabagistas. Estes Grupos exercerão suas atividades no Centro de Saúde Doutor Francisco Pinto e Hospital Universitário Alcides Carneiro e disporão de uma equipe multiprofissional para melhor acompanhamento dos pacientes. A equipe que atuará no Centro de Saúde é formada a partir da parceria da Secretaria Municipal de Saúde e UEPB e conta com o apoio dos profissionais (nutricionista, educador físico e fisioterapeuta) do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), mediante a utilização de reposição de nicotina; já a equipe que atua no Hospital Alcides Carneiro – UFCG dispõe de estudantes de outros cursos da área de saúde (enfermagem, medicina, odontologia, farmácia, psicologia e fisioterapia) sob a orientação de seus respectivos professores-coordenadores, mediante a utilização da bupropiona. Portanto, entendemos que a contribuição promovida por esta proposta alcançará a própria universidade, pacientes que procuram o serviço e a comunidade de forma geral que se beneficia com a redução do impacto provocado pela fumaça do cigarro.