{"id":2850,"date":"2014-11-15T18:53:55","date_gmt":"2014-11-15T18:53:55","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.uepb.edu.br\/circularsaude\/?p=2850"},"modified":"2014-11-15T18:53:55","modified_gmt":"2014-11-15T18:53:55","slug":"homem-macho-e-homem-vivo-aprevencao-e-verdadeiramente-um-ato-de-coragem-por-magnum-reis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nucleos.uepb.edu.br\/neas\/2014\/11\/15\/homem-macho-e-homem-vivo-aprevencao-e-verdadeiramente-um-ato-de-coragem-por-magnum-reis\/","title":{"rendered":"Homem macho, \u00e9 homem vivo! A preven\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeiramente um ato de coragem por Magnum Reis."},"content":{"rendered":"<p>O homem, que historicamente sempre se sobressaiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres em v\u00e1rios contextos, como o do \u00a0direito ao conhecimento e ao poder, assistiu, nas \u00faltimas d\u00e9cadas,\u00a0 sua \u201cposi\u00e7\u00e3o\u201dsocial o transformar em um grupo de grande vulnerabilidade no que se refere aos \u00edndices de morbi-mortalidade. E existe explica\u00e7\u00e3o para isso. Grande parte da popula\u00e7\u00e3o masculina ainda hoje considera a doen\u00e7a como sin\u00f4nimo de fragilidade, e evita a procura por servi\u00e7os de sa\u00fade, especialmente, os servi\u00e7os da aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade. As justificativas relatadas s\u00e3o muitas: a burocracia; as longas filas; o hor\u00e1rio do trabalho n\u00e3o permite; e a principal, o medo de uma poss\u00edvel incapacidade e o colapso financeiro de seus dependentes. O resultado dessa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 que o custo com os servi\u00e7os de sa\u00fade de alta complexidade, que poderiam ser evitados na preven\u00e7\u00e3o, ou seja, na aten\u00e7\u00e3o b\u00e1sica, chegam a n\u00edveis muito altos, e sustentabilidade dos sistemas, sobretudo o p\u00fablico, de sa\u00fade \u00e9 amea\u00e7ada.<\/p>\n<p>As pol\u00edticas p\u00fablicas saud\u00e1veis brasileiras de um modo geral, costumam a atender as crian\u00e7as, as mulheres e aos idosos, e vem ao longo da sua trajet\u00f3ria, negligenciando a parcela masculina do pa\u00eds. Hoje as mulheres est\u00e3o mais intelectualizadas, inseridas de fato no mercado de trabalho, e procuram mais os servi\u00e7os preventivos, diante disso a m\u00e9dia de esperan\u00e7a de vida delas chega a 78 anos, 7 a mais que os homens.<\/p>\n<p>Apesar do avan\u00e7o do papel feminino na sociedade, o homem ainda \u00e9 mais exposto a riscos \u00e0 sa\u00fade. Relativamente os jovens e adultos (entre 20 e 59 anos). O n\u00famero de \u00f3bitos por mortes violentas \u00e9 3 vezes maior entre os homens;\u00a0 assim como 82% das mortes provocadas por acidentes de tr\u00e2nsito e 60% das provocadas por patologias de origem cardiovasculares.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade que o homem tem uma carga biol\u00f3gica agressiva, o problema \u00e9 que o comportamento agressivo \u00e9 em muitos casos, a origem de fatos violentos, n\u00e3o raro, potencializado pelo abuso de \u00e1lcool e outras drogas. Para se ter uma ideia do problema, de cada 100 presos no Brasil, 94 s\u00e3o do sexo masculino.<\/p>\n<p>Dados oficiais apontam para 5 grupos, a carga de mortalidade da popula\u00e7\u00e3o masculina: As de causas externas (provocadas por transportes, autoprovocadas\/suic\u00eddios ou agress\u00f5es); disfuncionalidades do aparelho circulat\u00f3rio; neoplasias, em destaque para a pr\u00f3stata e p\u00eanis (que se descobertas e tratadas com anteced\u00eancia o progn\u00f3stico \u00e9 positivo); disfun\u00e7\u00f5es digestivas e problemas respirat\u00f3rios.<\/p>\n<p>N\u00f3s homens precisamos quebrar paradigmas arcaicos, que s\u00f3 trazem danos \u00e0 nossa qualidade de vida. A preven\u00e7\u00e3o com educa\u00e7\u00e3o pode diminuir significativamente a carga mortal provocada pela exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 fatores de riscos. Coisas simples como auto cuidado, higiene e bom senso podem salvar vidas. Afinal n\u00e3o \u00e9 justo que ignor\u00e2ncia abrevie a vida e impe\u00e7a que \u201cpratiquemos a sabedoria aprendida na juventude\u201d, como diria Rousseau.<\/p>\n<p>Magnum Sousa Ferreira dos Reis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sites.uepb.edu.br\/circularsaude\/files\/2014\/11\/Cartilha-NEAS-Novembro-Azul2.docx\">Cartilha NEAS- Novembro Azul<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O homem, que historicamente sempre se sobressaiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres em v\u00e1rios contextos, como o do \u00a0direito ao conhecimento e ao poder, assistiu, nas \u00faltimas d\u00e9cadas,\u00a0 sua \u201cposi\u00e7\u00e3o\u201dsocial o transformar em um grupo de grande vulnerabilidade no que se refere aos \u00edndices de morbi-mortalidade. E existe explica\u00e7\u00e3o para isso. 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