{"id":1208,"date":"2014-02-10T18:31:12","date_gmt":"2014-02-10T18:31:12","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.uepb.edu.br\/nepda\/?p=1208"},"modified":"2014-02-10T18:31:12","modified_gmt":"2014-02-10T18:31:12","slug":"ha-mais-de-um-mil-brasileiros-refugiados-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nucleos.uepb.edu.br\/nepda\/2014\/02\/10\/ha-mais-de-um-mil-brasileiros-refugiados-no-mundo\/","title":{"rendered":"H\u00e1 mais de um mil brasileiros refugiados no mundo"},"content":{"rendered":"<p><!--:pt-->Brasileiros refugiados somam mais de mil<\/p>\n<p><b>PATR\u00cdCIA CAMPOS MELLO E\u00a0<\/b><b>FERNANDO DO NASCI<\/b><\/p>\n<div>DE S\u00c3O PAULO<\/div>\n<p>19\/01\/2014 00h30<\/p>\n<div>\n<div><\/div>\n<p>Quando chegou ao centro de acolhida de refugiados em Mil\u00e3o, em 2008, o brasileiro Paulo Pavesi, 46, dividia sua &#8220;cela&#8221; com um nigeriano e dois paquistaneses.<br \/>\nO nigeriano, que era cat\u00f3lico, fugira de seu pa\u00eds ap\u00f3s mu\u00e7ulmanos fundamentalistas matarem sua mulher gr\u00e1vida. Foi para a ilha de Lampedusa de barco, com outros africanos. Os paquistaneses eram v\u00edtimas de persegui\u00e7\u00e3o da Al Qaeda.<br \/>\nPavesi destoava \u2013era analista de sistemas, de classe m\u00e9dia, vindo de um pa\u00eds democr\u00e1tico e de grande toler\u00e2ncia religiosa.<br \/>\nAssim como Pavesi, outros 1.207 brasileiros vivem como refugiados no mundo. Segundo levantamento da Acnur (Ag\u00eancia da ONU para Refugiados), feito a pedido da Folha, os Estados Unidos s\u00e3o o pa\u00eds que abriga o maior n\u00famero de refugiados brasileiros\u2013679, e outros 110 aguardam a resposta a seu pedido. Em seguida vem o Canad\u00e1, com 175 (mais 73 \u00e0 espera) e a Alemanha, com 163 (3).<br \/>\nA It\u00e1lia, pa\u00eds escolhido por Pavesi, tem s\u00f3 12 brasileiros.<br \/>\nO n\u00famero de refugiados brasileiros \u00e9 min\u00fasculo se comparado aos de pa\u00edses que passam por graves crises humanit\u00e1rias ou guerras civis, como Afeganist\u00e3o (2,5 milh\u00f5es) e S\u00edria (1,9 milh\u00e3o).<br \/>\nMesmo assim, \u00e9 surpreendente que mais de mil brasileiros vivam com status de refugiado. Segundo a Conven\u00e7\u00e3o de Genebra da ONU, enquadram-se nessa condi\u00e7\u00e3o pessoas que temem, com fundamento, persegui\u00e7\u00e3o por motivos de ra\u00e7a, religi\u00e3o, nacionalidade ou opini\u00e3o pol\u00edtica, e que n\u00e3o possam voltar para casa. Parte-se do pressuposto de que o pa\u00eds de origem n\u00e3o tenha condi\u00e7\u00f5es de proteger a pessoa.<br \/>\nO carioca Alu\u00edzio Ribeiro, 49, chegou ao Canad\u00e1 em 2003. Veio de carro dos EUA. Assim que cruzou a fronteira, pediu ref\u00fagio.<br \/>\nNa papelada, Ribeiro contava que sua mulher havia testemunhado um crime cometido por um policial no Rio e que eles eram v\u00edtimas de persegui\u00e7\u00e3o. &#8220;T\u00ednhamos medo de retalia\u00e7\u00e3o&#8221;, contou.<br \/>\nO tribunal canadense entendeu que seu pedido era leg\u00edtimo e concedeu a Ribeiro, sua mulher e duas filhas o status de refugiados.<br \/>\nEles ganhavam US$ 1.600 (R$ 3.700) mensais do governo canadense, casa mobiliada e advogado de gra\u00e7a. A \u00fanica obriga\u00e7\u00e3o era estudar ingl\u00eas. &#8220;Voc\u00ea pode chegar com US$ 1 que voc\u00ea n\u00e3o morre de fome&#8221;, conta Ribeiro.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<td>EDitoria de Arte\/Folhapress<\/td>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/Xi8GINno9PNsI08j29e8DfsGNZ9sXjAd0ZXMbVLB96lG3yS_MkQUYRCSU1_2HqeW2WzDcZFgd5UeXZ3mw0ziV_0r5FrXojmNh49J=s0-d-e1-ft#http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/mundo\/images\/14018346.png\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Com o tempo, eles se estabeleceram na cidade de Niagara Falls, em Ont\u00e1rio.<br \/>\nHoje Alu\u00edzio \u00e9 cidad\u00e3o canadense e tem uma empresa de limpeza que emprega 60 funcion\u00e1rios. Dirige uma BMW e vai para o Brasil tr\u00eas vezes por ano.&#8221;O sistema de sa\u00fade \u00e9 bom e \u00e9 gr\u00e1tis, e aqui n\u00e3o tem viol\u00eancia.&#8221;<br \/>\nEle afirma que agora est\u00e1 bem mais dif\u00edcil para os brasileiros conseguirem ref\u00fagio. &#8220;Todos os brasileiros que entraram como refugiados na minha \u00e9poca diziam que estavam fugindo de viol\u00eancia \u2013em alguns casos, era verdade, mas alguns inventavam.&#8221;<br \/>\nS\u00e9rgio Santana, 47, foi um que inventou \u2013mas sua hist\u00f3ria n\u00e3o colou.<br \/>\n&#8220;Estava mal de dinheiro, um amigo meu disse que era f\u00e1cil conseguir ref\u00fagio. Inventei uma hist\u00f3ria de que tinha me envolvido em um acidente de carro em que uma pessoa morreu e que por isso estava sendo perseguido&#8221;, disse. &#8220;Mas eles descobriram que era mentira.&#8221;<br \/>\nAp\u00f3s ter o pedido negado, ele ainda ficou um tempo no Canad\u00e1 estudando ingl\u00eas. Depois voltou ao Brasil e hoje mora em Cabo Frio (RJ), onde trabalha numa barbearia.<br \/>\nSegundo Kristina Gasson, advogada especializada em ref\u00fagio nos EUA, os principais motivos apresentados pelos brasileiros s\u00e3o viol\u00eancia policial, amea\u00e7a de traficantes de drogas, discrimina\u00e7\u00e3o racial (sofrida por negros) e amea\u00e7as a ativistas ambientais da Amaz\u00f4nia.<br \/>\n&#8220;Mas est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil um brasileiro conseguir ref\u00fagio aqui; o Brasil est\u00e1 em ascens\u00e3o, vai sediar a Copa, \u00e9 duro provar que n\u00e3o consegue proteger seus cidad\u00e3os.&#8221;<\/p>\n<\/div>\n<p><!--:--><!--:en--><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<td>EDitoria de Arte\/Folhapress<\/td>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/Xi8GINno9PNsI08j29e8DfsGNZ9sXjAd0ZXMbVLB96lG3yS_MkQUYRCSU1_2HqeW2WzDcZFgd5UeXZ3mw0ziV_0r5FrXojmNh49J=s0-d-e1-ft#http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/mundo\/images\/14018346.png\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Com o tempo, eles se estabeleceram na cidade de Niagara Falls, em Ont\u00e1rio.<br \/>\nHoje Alu\u00edzio \u00e9 cidad\u00e3o canadense e tem uma empresa de limpeza que emprega 60 funcion\u00e1rios. Dirige uma BMW e vai para o Brasil tr\u00eas vezes por ano.&#8221;O sistema de sa\u00fade \u00e9 bom e \u00e9 gr\u00e1tis, e aqui n\u00e3o tem viol\u00eancia.&#8221;<br \/>\nEle afirma que agora est\u00e1 bem mais dif\u00edcil para os brasileiros conseguirem ref\u00fagio. &#8220;Todos os brasileiros que entraram como refugiados na minha \u00e9poca diziam que estavam fugindo de viol\u00eancia \u2013em alguns casos, era verdade, mas alguns inventavam.&#8221;<br \/>\nS\u00e9rgio Santana, 47, foi um que inventou \u2013mas sua hist\u00f3ria n\u00e3o colou.<br \/>\n&#8220;Estava mal de dinheiro, um amigo meu disse que era f\u00e1cil conseguir ref\u00fagio. Inventei uma hist\u00f3ria de que tinha me envolvido em um acidente de carro em que uma pessoa morreu e que por isso estava sendo perseguido&#8221;, disse. &#8220;Mas eles descobriram que era mentira.&#8221;<br \/>\nAp\u00f3s ter o pedido negado, ele ainda ficou um tempo no Canad\u00e1 estudando ingl\u00eas. Depois voltou ao Brasil e hoje mora em Cabo Frio (RJ), onde trabalha numa barbearia.<br \/>\nSegundo Kristina Gasson, advogada especializada em ref\u00fagio nos EUA, os principais motivos apresentados pelos brasileiros s\u00e3o viol\u00eancia policial, amea\u00e7a de traficantes de drogas, discrimina\u00e7\u00e3o racial (sofrida por negros) e amea\u00e7as a ativistas ambientais da Amaz\u00f4nia.<br \/>\n&#8220;Mas est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil um brasileiro conseguir ref\u00fagio aqui; o Brasil est\u00e1 em ascens\u00e3o, vai sediar a Copa, \u00e9 duro provar que n\u00e3o consegue proteger seus cidad\u00e3os.&#8221;<!--:--><!--:es--><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<td>EDitoria de Arte\/Folhapress<\/td>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/Xi8GINno9PNsI08j29e8DfsGNZ9sXjAd0ZXMbVLB96lG3yS_MkQUYRCSU1_2HqeW2WzDcZFgd5UeXZ3mw0ziV_0r5FrXojmNh49J=s0-d-e1-ft#http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/mundo\/images\/14018346.png\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Com o tempo, eles se estabeleceram na cidade de Niagara Falls, em Ont\u00e1rio.<br \/>\nHoje Alu\u00edzio \u00e9 cidad\u00e3o canadense e tem uma empresa de limpeza que emprega 60 funcion\u00e1rios. Dirige uma BMW e vai para o Brasil tr\u00eas vezes por ano.&#8221;O sistema de sa\u00fade \u00e9 bom e \u00e9 gr\u00e1tis, e aqui n\u00e3o tem viol\u00eancia.&#8221;<br \/>\nEle afirma que agora est\u00e1 bem mais dif\u00edcil para os brasileiros conseguirem ref\u00fagio. &#8220;Todos os brasileiros que entraram como refugiados na minha \u00e9poca diziam que estavam fugindo de viol\u00eancia \u2013em alguns casos, era verdade, mas alguns inventavam.&#8221;<br \/>\nS\u00e9rgio Santana, 47, foi um que inventou \u2013mas sua hist\u00f3ria n\u00e3o colou.<br \/>\n&#8220;Estava mal de dinheiro, um amigo meu disse que era f\u00e1cil conseguir ref\u00fagio. Inventei uma hist\u00f3ria de que tinha me envolvido em um acidente de carro em que uma pessoa morreu e que por isso estava sendo perseguido&#8221;, disse. &#8220;Mas eles descobriram que era mentira.&#8221;<br \/>\nAp\u00f3s ter o pedido negado, ele ainda ficou um tempo no Canad\u00e1 estudando ingl\u00eas. Depois voltou ao Brasil e hoje mora em Cabo Frio (RJ), onde trabalha numa barbearia.<br \/>\nSegundo Kristina Gasson, advogada especializada em ref\u00fagio nos EUA, os principais motivos apresentados pelos brasileiros s\u00e3o viol\u00eancia policial, amea\u00e7a de traficantes de drogas, discrimina\u00e7\u00e3o racial (sofrida por negros) e amea\u00e7as a ativistas ambientais da Amaz\u00f4nia.<br \/>\n&#8220;Mas est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil um brasileiro conseguir ref\u00fagio aqui; o Brasil est\u00e1 em ascens\u00e3o, vai sediar a Copa, \u00e9 duro provar que n\u00e3o consegue proteger seus cidad\u00e3os.&#8221;<!--:--><!--:fr--><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<td>EDitoria de Arte\/Folhapress<\/td>\n<td rowspan=\"3\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"https:\/\/ci3.googleusercontent.com\/proxy\/Xi8GINno9PNsI08j29e8DfsGNZ9sXjAd0ZXMbVLB96lG3yS_MkQUYRCSU1_2HqeW2WzDcZFgd5UeXZ3mw0ziV_0r5FrXojmNh49J=s0-d-e1-ft#http:\/\/f.i.uol.com.br\/folha\/mundo\/images\/14018346.png\" border=\"0\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Com o tempo, eles se estabeleceram na cidade de Niagara Falls, em Ont\u00e1rio.<br \/>\nHoje Alu\u00edzio \u00e9 cidad\u00e3o canadense e tem uma empresa de limpeza que emprega 60 funcion\u00e1rios. Dirige uma BMW e vai para o Brasil tr\u00eas vezes por ano.&#8221;O sistema de sa\u00fade \u00e9 bom e \u00e9 gr\u00e1tis, e aqui n\u00e3o tem viol\u00eancia.&#8221;<br \/>\nEle afirma que agora est\u00e1 bem mais dif\u00edcil para os brasileiros conseguirem ref\u00fagio. &#8220;Todos os brasileiros que entraram como refugiados na minha \u00e9poca diziam que estavam fugindo de viol\u00eancia \u2013em alguns casos, era verdade, mas alguns inventavam.&#8221;<br \/>\nS\u00e9rgio Santana, 47, foi um que inventou \u2013mas sua hist\u00f3ria n\u00e3o colou.<br \/>\n&#8220;Estava mal de dinheiro, um amigo meu disse que era f\u00e1cil conseguir ref\u00fagio. Inventei uma hist\u00f3ria de que tinha me envolvido em um acidente de carro em que uma pessoa morreu e que por isso estava sendo perseguido&#8221;, disse. &#8220;Mas eles descobriram que era mentira.&#8221;<br \/>\nAp\u00f3s ter o pedido negado, ele ainda ficou um tempo no Canad\u00e1 estudando ingl\u00eas. 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